O câncer de pele é o tipo de câncer mais frequente no Brasil. Ainda assim, muitas pessoas acreditam que ele seja sempre “simples” ou de fácil resolução, o que nem sempre é verdade.
Existem diferentes tipos de câncer de pele, com comportamentos, riscos e tratamentos distintos. Enquanto alguns crescem lentamente e raramente se espalham, outros podem evoluir de forma agressiva se não forem diagnosticados precocemente.
Entender essas diferenças é muito importante para reconhecer sinais de alerta, buscar avaliação médica no momento certo e definir a melhor estratégia de tratamento. Continue a leitura para entender melhor!
De forma geral, os cânceres de pele são divididos em dois grandes grupos:
Cada um deles tem origem em células diferentes da pele e exige uma abordagem específica.

O carcinoma basocelular (CBC) é o tipo mais comum de câncer de pele e, na maioria dos casos, o menos agressivo.
Ele costuma surgir em áreas mais expostas ao sol, como rosto, couro cabeludo, orelhas e pescoço.
Quando diagnosticado precocemente, o tratamento geralmente é simples e curativo.
O carcinoma espinocelular (CEC) é o segundo tipo mais frequente de câncer de pele e apresenta um comportamento um pouco mais agressivo do que o basocelular.
Ele também está associado à exposição solar crônica e pode surgir em cicatrizes antigas, feridas crônicas ou mucosas. Pacientes imunossuprimidos apresentam maior risco de formas mais agressivas.

O melanoma é menos comum do que os carcinomas, porém é o tipo mais agressivo de câncer de pele.
Ele se origina nos melanócitos, células responsáveis pela pigmentação da pele, e pode surgir tanto em pintas já existentes quanto em novas lesões.
O melanoma pode surgir inclusive em áreas pouco expostas ao sol, como plantas dos pés, unhas, couro cabeludo e mucosas.
O diagnóstico precoce é decisivo para o prognóstico.

Algumas situações merecem atenção especial:
Nesses casos, a avaliação médica especializada é essencial para definir se há necessidade de biópsia e tratamento.
Embora seja comum falar em “câncer de pele” como se fosse uma única doença, a realidade é que existem tipos diferentes, com riscos e abordagens distintas.
Enquanto os carcinomas costumam ter evolução mais lenta e alto índice de cura, o melanoma exige diagnóstico precoce e acompanhamento rigoroso.
Percebeu alguma lesão suspeita na pele ou recebeu um diagnóstico de câncer de pele? Agende uma consulta para uma avaliação personalizada!